O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, admitiu nesta terça-feira, 3, a possibilidade de haver racionamento de água. De acordo com Alckmin, a medida emergencial visa enfrentar a crise hídrica que atinge o Estado, porém a população será avisada quando a decisão for tomada.
Alckmin afirmou também ser possível a implantação do rodízio no fornecimento do serviço aos consumidores. No sistema de revezamento, a população ficaria sem água por quatro dias, e durante dois dias o abastecimento seria normalizado.
“Se houver necessidade, essa é uma avaliação que é feita permanentemente, a Sabesp se prepara para ela. Fará com antecedência e preparará a população. E todo dia estamos trabalhando para de um lado reduzir demanda prejudicando o mínimo possível a qualidade de vida dos paulistas, e do outro lado aumentando a oferta”, disse Alckmin.
O governador comentou ainda sobre as obras nos reservatórios para aumentar a oferta hídrica, como a construção de uma linha de tubos que aumentará a captação das águas do Rio Grande em dois metros cúbicos por segundo para a Represa de Taiaçupeba.
O Sistema Cantareira, principal fonte de abastecimento de São Paulo, opera com a segunda cota do volume morto. com consumo de 14,7 metros cúbicos por segundo.
