A mídia tem mostrado homens musculosos, corpos esbeltos, belos, mulheres com curvas perfeitas, e magras… mas será que esta beleza representa realmente a população?
O preconceito e discriminação começa desde cedo nas escolas, caracterizado recentemente de Bullying- palavra inglesa, quer dizer “usar o poder ou a força para intimidar, excluir, implicar, humilhar, não dar atenção, fazer pouco caso e perseguir os outros”.
O que diferencia uma antiga “zoada” do atual bullying é a intenção daquele que provoca um colega: magoar repetidamente e por muito tempo outrem.
Com esta “imposição” e “cobrança” da mídia muitos problemas têm afetado crianças, adolescentes e jovens trazendo como conseqüências transtornos psicológicos, distúrbios alimentares como anorexia (rígida e insuficiente alimentação alimentar e grande preocupação com o ganho de peso e apesar de extremamente magra, se vê gorda), bulimia (compulsão excessiva por alimentos, grandes valores calóricos seguidos e atitudes compensatórias, como o uso de laxantes, diuréticos ou vômitos induzidos, e normalmente as bulimicas têm aparência saudável, com corpo de porte médio à sobrepeso) e vigorexia (extremos da preocupação exagerada com a forma física, principalmente nos homens), baixa auto-estima, ausência no convívio social e dificuldade de aceitação própria.
Sinais como:
•Recusa a ir a escola;
•Inapetência (falta de apetite) ou recusa a se alimentar;
•Perda de peso constantemente e de forma rápida,
•Exagero para prática de exercício com o intuito de ficar forte e malhado ou perda de peso.
•Ir ao banheiro assim que terminar as refeições (observar vômitos ou uso métodos de tortura, como laxantes ou diuréticos)
As pessoas do convívio devem estar atentas aos hábitos alimentares destas crianças, jovens e adolescentes, para que qualquer um destes transtornos seja diagnosticado no início para tratamento.
Também evitar brincadeiras do tipo: “como você está gordinha!” ou “nossa! Você parece um espetinho!”, e sim, ajudar da melhor maneira possível, aconselhando um tratamento com profissionais da saúde como médico, nutricionista e psicólogo.
