quarta, 4 de março de 2026

Assessoria anuncia que Schumacher vai seguir recuperação em casa

Michael Schumacher segue sua batalha pela vida. Nesta terça-feira (9), a assessoria de imprensa do heptacampeão da F1 anunciou que o ex-piloto deixará o hospital na Suíça e vai continuar…

Michael Schumacher segue sua batalha pela vida. Nesta terça-feira (9), a assessoria de imprensa do heptacampeão da F1 anunciou que o ex-piloto deixará o hospital na Suíça e vai continuar sua recuperação em casa.

Schumacher sofreu um grave acidente em 29 de dezembro de 2013, quando esquiava nos Alpes Franceses. O germânico estava esquiando fora de pista, uma modalidade bastante popular entre esquiadores mais experientes, quando caiu e bateu a cabeça em uma pedra.

Depois de quase seis meses internado no Centro Hospitalar Universitário de Grénoble, na França, Michael foi transferido em meados de junho para o Hospital Universitário de Cantão de Vaud, na Suíça, para dar sequência ao seu longo processo de recuperação.

Em uma nota à imprensa divulgada nesta terça, a assessoria do piloto fala que o quadro progrediu ao longo das últimas semanas e meses, e, por isso, o ex-piloto poderá ir para casa.

“A reabilitação de Michael vai acontecer na casa dele”, anunciou. “Considerando as severas lesões que ele sofreu, houve progresso nas últimas semanas e meses. Ainda há, entretanto, um longo e difícil caminho pela frente”, reforçou.

Assim como aconteceu em comunicados anteriores, a porta-voz do ex-piloto, Sabine Kehm, agradeceu o cuidado dos médicos e reforçou o pedido de que a privacidade da família Schumacher seja respeitada.

“Nós gostaríamos de estender nossa gratidão a todo o time do CHUV Lausanne pelo trabalho minucioso e competente”, declarou. “Nós pedimos que a privacidade da família de Michael continue a ser respeitada e que as especulações sobre o estado de saúde dele sejam evitadas”, continuou.

A assessoria ressalva, entretanto, que a transferência de Schumacher para a casa da família não deve ser entendida como uma grande mudança em seu estado de saúde.

“Não deve ser entendido que grandes mudanças em seu quadro de saúde são as razões de sua transferência”, encerrou.

O GP DA ITÁLIA já havia acabado e os três pilotos que foram ao pódio estavam na sala de coletiva da FIA. Lewis Hamilton sorria, ainda sem muito olhar para sua direita mesmo quando Nico Rosberg o elogiava e lhe dava méritos para a vitória. O inglês preferiu conversar com Felipe Massa, nem tão sorridente quanto um Daniel Ricciardo pelo seu terceiro lugar. Longe dali, física e virtualmente, o ex-presidente da equipe do brasileiro é quem soltava uma notícia que ecoou tanto quanto o incidente dos pilotos da Mercedes em Spa-Francorchamps: a mudança no cenário da F1 em 2015 com a existência de apenas oito equipes com possibilidade de alinhar até três carros.

Há dois pontos claros que se surgem na informação – considerando sua veracidade, afinal Adam Parr é um sujeito ainda muito envolvido com os bastidores da F1: quais seriam as três equipes que seriam limadas do campeonato e como as equipes restantes poriam um terceiro carro para rodar em meio ao corte de custos vigente.

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