A inusitada situação pela qual o Poder Legislativo fernandopolense vem passando não determina, obrigatoriamente, a convocação do suplente do vereador Rogério Chamel em 2016. Chamel (PSC) continua afastado do cargo, agora por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que reconduziu às funções legislativas outros dois vereadores, Gustavo Pinato (PPS) e Chico Arouca (PRB).Os três edis haviam sido afastados da Câmara pela Justiça local.
“Não haverá nenhuma convocação de suplentes. Somente em caso de cassação ou vacância (por morte ou desistência, como a necessidade de mudança de cidade, por exemplo) é que um suplente deve ser convocado. Tem que ter cargo vago, que não é caso, pois os vereadores continuam sendo remunerados”, disse André Pessuto, presidente da Câmara. Estas definições serão mantidas até decisões judiciais sem possibilidade de recursos.
Caso Chamel perca, definitivamente, sua cadeira no Palácio 22 de Maio “Prefeito Edison Rolim”, o primeiro suplente, já diplomado pela Justiça Eleitoral, que deverá assumir o cargo de vereador é Rodrigo “Kuti” Ortunho (PSC), que obteve 465 votos nas eleições municipais de 2012. Tanto Chamel quanto Ortunho integraram a coligação, na disputa majoritária, “Amamos Fernandópolis” (PRB / PP / PT / PTB / PTN / PSC / PR / PPS / PSB / PSD /PC do B), ao lado da prefeita eleita, Ana Bim, e pelas vagas na Câmara formaram junto ao PPS a coligação proporcional.
Esta coligação alcançou duas vagas de vereador: de Gustavo Pinato (PPS), com 720 votos, e Rogério Chamel (PSC), com 503 votos. Na suplência, aparece em primeiro Rodrigo “Kuti” Ortunho (PSC), com 465 votos, Paulinho da Prefeitura (PPS), 329 votos – Paulinho faleceu em acidente na Euclides da Cunha, em janeiro deste ano – e Dorival Pântano (PSC), com 312 votos.
João Leonel-O Extra.net
