Dezenas de pessoas saíram às ruas de Fernandópolis na manhã de hoje, em carreata que pedia o impeachment da presidente Dilma Roussef(PT).
Liderados pelo jornalista Paulinho Boaventura, os manifestantes se reuniram às 10h, na Av. dos Arnaldos (em frente ao Posto Romeiro – Pq Universitário) e percorreu vários bairros da cidade. Um carro de som foi utilizado para os discursos.
A manifestação terminou por volta do meio dia, na avenida Expedicionários Brasileiros.
Essa foi a 4ª frente de protestos, à nível nacional, na qual Fernandópolis participou de forma oficial de todas através do grupo “Vem Pra Rua”.
A carreata teve o respaldo no trânsito da Polícia Militar, através do 16º BPM/I.
BRASIL
O Distrito Federal e mais 39 cidades, de pelo menos dez estados, fizeram neste domingo (13) manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, informou o G1.
Em Brasília, segundo a Polícia Militar, 6 mil pessoas participaram de manifestação que percorreu a Esplanada dos Ministérios, acompanhada de carros de som. O movimento Vem Pra Rua rejeita o número e sustenta que cerca de 30 mil pessoas passaram neste domingo (13) pela Esplanada para protestar contra o governo.
Além dos bonecos infláveis do ex-presidente Lula (mais conhecidos como pixulecos), a manifestação em Brasília incluiu uma performance, na qual as imagens de Dilma e do PT foram incineradas em um caixão.
Também houve apelos pelo fim da corrupção e pela cassação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Segundo a polícia, as manifestações na capital federal transcorreram sem incidentes.
Ainda em Brasília, alguns ativistas contra o impeachment – reunidos no movimento denominado Frente Brasil Popular – fez panfletagem na Torre de TV contra a saída de Dilma, mas também contra o ajuste fiscal proposto pelo governo e pela cassação de Eduardo Cunha. O grupo promete fazer uma festa simbólica em frente ao Palácio do Planalto, nesta segunda-feira (14), em homenagem a Dilma, que vai comemorar 68 anos de idade.
Os líderes dos movimentos pró-impeachment também prometem novas manifestações, e bem maiores que as de hoje. Segundo eles, os atos deste domingo foram preparados às pressas, em razão da recente decisão de Cunha de dar início ao processo de impeachment, e são o embrião de demonstrações que tendem a ter maior adesão, tanto em número de manifestantes quanto de cidades participantes.
