A zaga brasileira, formada por Lúcio e Juan, é considerada a dupla mais forte da Copa. Nos quatro primeiros jogos da Seleção, o status de um dupla celebre dentro do gramado ficou ainda mais em alta. Embora haja tamanho reconhecimento, segundo o camisa 4, os dois não querem saber desse rótulo. Ao contraio disso.
“Primeiro eu quero deixar claro que eu e o Lúcio não pensamos em ser os melhores do mundo. E em segundo lugar, nós reconhecemos que muito do nosso trabalho se deve aos nossos companheiros”, afirmou Juan.
Os dois companheiros não tem se destacado apenas pelas boas atuações na defesa. Juan já marcou um gol, o primeiro da vitória do Brasil, por 3 a 0, sobre o Chile. E Lúcio, mesmo sem marcar, tem se destacado pela liderança dentro de campo e arrancadas no setor ofensivo.
Os dois já atuaram juntos no Bayer de Munique, hoje, são rivais na Itália. Juan defende o Roma e, Lúcio, o Internazionale. A possibilidade de atuarem juntos em algum clube novamente foi descartada pelo companheiro.
“Não dá para falar de futuro. É muito difícil. Eu tenho mais três anos de contrato no Roma e estou feliz por lá. E o Lúcio também tem acordo com o Inter – falou o camisa 4 da seleção brasileira, quando perguntado se poderiam atuar juntos em algum clube novamente”, contou Juan.
Na próxima sexta-feira, em Porto Elizabeth, contra a Holanda, os dois terão uma difícil missão: segurar o “carrossel holandês” de Robben e campainha.
