Em entrevista a uma emissora de radio local, o ex-vice prefeito Paulo Birolli, citado na Câmara, como pivô nas recentes discussões sobre os interesses na Expô Fernandópolis, revelou ser o primeiro investidor da festa, apresentando um cheque caução no valor de R$ 400 mil para tirar o Bartoshow da festa.
Birolli defendeu os interesses da prefeita Ana Bim, mas foi por causa dele que existe a Lei criada por Chamel e Zambon que evitou o derramamento de dinheiro público municipal no evento. As picuinhas e alfinetadas giram em todo de Paulo Birolli que sofreu ação civil pública quando presidiu o evento em 2009 e 2010.
Ele quer implantar na cabeça da sociedade que existem interesses de grupos políticos em áreas da festa e a aplicação de dinheiro publico no evento, mas na realidade a aparição de um cheque apontou o interesse dele mesmo pelo evento. O valor de R$ 400 mil acaba sendo taxado como piada já que a quantia é superior ao patrocínio de uma cervejaria que está na casa dos R$ 300 mil.
A atitude fere totalmente a própria opinião do passado quando teceu diversas críticas contra a prefeita Ana Bim em 2005, quando presidia a Expô. Na época, Birolli chegou a cogitar sua saída da presidência alegando problemas com Ana Bim. A vida política de Birolli é cheia de altos baixos, centralizada nos interesses particulares independente de quem esteja no poder.
