O combustível do avião que transportava Luciano Huck e sua família, e que precisou fazer um pouso forçado em Mato Grosso do Sul, no último domingo (24), será analisado pelo Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira, FAB.
De acordo com o órgão, “a aeronave foi recolhida do local do acidente para o hangar da empresa operadora, em Campo Grande, onde os investigadores do Cenipa irão retirar componentes do sistema de combustível para análise”.
Ou seja, não apenas o líquido será investigado, mas também amostras de óleo do motor e filtros. Foram coletados ainda registros de imagens detalhadas do avião e entrevistas serão feitas com os passageiros – além do apresentador, Angélica, três filhos do casal, duas babás, piloto e copiloto se acidentaram.
Esse tipo de procedimento é comum em acidentes aéreos, segundo a revista “Veja”. Para a coleta, foram escalados profissionais do IV Serviço Regional de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV), além de um oficial da Base Aérea de Campo Grande e um engenheiro da Embraer.
O acidente
Luciano Huck, Angélica e os três filhos da dupla – Joaquim, Benício e Eva -, além de suas babás, voavam para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, quando o avião sofreu uma pane e precisou aterrissar.
Com a manobra do piloto, para tentar preservar a vida de todos a bordo, os apresentadores da TV Globo sofreram escoriações.
Depois dos primeiros atendimentos, os famosos foram transferidos para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde permaneceram hospitalizados até a segunda-feira (25).
Os herdeiros dos artistas e suas babás foram liberados no dia do acidente e passam bem.
