terça, 3 de março de 2026

Filho chama Galvão de “Flamenguista de araque” e leva “bronca”

De uns anos para cá, Galvão Bueno nunca mais escondeu que sempre foi torcedor do Flamengo, daqueles que compareceram à estádio e tudo. Mas o filho do narrador, Cacá Bueno,…

De uns anos para cá, Galvão Bueno nunca mais escondeu que sempre foi torcedor do Flamengo, daqueles que compareceram à estádio e tudo. Mas o filho do narrador, Cacá Bueno, brincou com o pai o chamando de “flamenguista de araque” por não ter o influenciado a ser rubro-negro e o locutor deu uma bronca no pentacampeão da Stock Car Brasil, ao vivo.

Convidado do programa “Extra Ordinários”, do SporTV, e torcedor do Fluminense, Cacá Bueno foi questionado sobre não ser flamenguista assim como Galvão Bueno. Foi aí que o piloto brincou.

“O meu irmão (Popó) é flamenguista (…). O meu pai fala que é flamenguista hoje, mas é um flamenguista de araque, de centro. Ele não levava a gente no estádio para ver o Flamengo, não estimulava a torcer. Ele sempre foi muito moderado. Ele gostava do Flamengo, mas ele levava a paixão clubística bem colocada no canto. As pessoas demoraram muitos anos para descobrir (o clube dele)”, disse Cacá.

Minutos depois, Galvão Bueno ligou para o celular de Cacá ao vivo na atração e após o piloto colocar no viva voz, o narrador não concordou com a frase dita pelo filho.

“Estou aqui em Manaus (se preparando para o jogo da seleção brasileira) assistindo, e queria perguntar para o Cacá: que história é essa de Flamengo light? Flamengo light não existe, pô”, disse o narrador arrancando risadas dos presentes na atração. “Teve campeonato do Flamengo nos anos 50, com cinco anos de idade eu estava no Maracanã e você me chama de Flamengo Light?”, concluiu Galvão.

Cacá então brincou com o pai. “Eu quis te aliviar, pai. Eu fico te ligando quando você está narrando? Eu te ligo quando você está fazendo transmissão?”, disse. “Eu quis aliviar a dele para não ter crítica, pessoal já gosta de criticar à toa”, concluiu.

Antes, Cacá afirmou que Galvão passou tanto tempo escondendo seu clube de coração para se preservar e por ética profissional.

“Acho que era por ética. Ele conseguiu separar. Muita gente não sabia para quem ele torcia por muito anos (…) Ficou muito livre em casa, e a gente começou a frequentar o estádio para ver de tudo. Ele ia fazer um jogo, e a gente ia ver todos os times. Eu nasci em 76. Quando eu comecei a entender mais futebol, com sete, oito, nove anos, 83, 84, 85, o Fluminense ganhava tudo, campeão brasileiro, tricampeão carioca, casal 20 (Assis e Washington). Eu comecei a me apaixonar pelo clube e virei tricolor. Ele não reprimiu, nunca se incomodou. Depois de muito tempo, ele veio falar: “Pô, você não virou flamenguista. Dei para você camisa do Zico, da Udinese”, explicou Cacá Bueno.

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