Apesar de o Corinthians ter se sido campeão paulista domingo diante do Palmeiras, no Allianz Parque, Gabriel voltou a reiterar a necessidade de o Timão contratar um atacante para substituir Jô, que deixou o Timão no começo dessa temporada para jogar no futebol japonês.
“Acredito que nós precisamos sim. Até o Carille falou que precisa da chegada de dois reforços só pra fechar o elenco e jogar esse Campeonato Brasileiro”, disse em entrevista à Rádio Bandeirantes. “Se chegar vai vim pra ajudar, com a mentalidade de achar perfil de Corinthians. Eu acredito que a diretoria está procurando. Lógico que se vier, vai ser muito bem absorvido dentro do grupo”, destacou.
Gabriel destaca que o Brasileirão é longo e preciso de um elenco forte para a temporada. “O campeonato tem muitos jogos. A questão de mercado a gente não sabe o que vem acontecendo. Nós jogadores estamos satisfeitos com os que estão aqui”.
Fim de comemoração
O volante garante que a comemoração do Paulistão pelo Timão faz parte do passado. “Comemoramos bastante. Agora está de bom tamanho e tem que recuperar para domingo começar esse Campeonato Brasileiro”.
Apesar de não ter sido titular no domingo, Gabriel se considera campeão também. “Lógico que todo mundo quer jogar, mas o Carille conversou comigo e senti também que ele queria aumentar a estatura da equipe e foi um lance pontual ali que ele precisava. A gente entende, comemorou da mesma maneira. Nesse campeonato eu não joguei dois jogos. Todos são campeões e foram importantes. Lógico que a gente quer entrar em campo ainda mais em um jogo desse. Estive em 95% dos jogos e me senti importante também e a alegria imensa de ser campeão”.
Esquema
Gabriel também, destacou que o esquema tático utilizado por Carille é o mesmo do ano passado. “Foi até uma formação nova, mas nós tínhamos usados no ano passado contra o Fluminense. Diante do Avaí, no intervalo o Carille fez as mudanças e eu joguei sozinho como um na frente com Rodriguinho e o Jadson e foi o que deu muito certo”, lembrou.
“A equipe conseguiu implantar um ritmo no jogo muito grande pra conseguir pressionar. Viramos o jogo contra o Fluminense por 3 a 1. Contra o Avaí estava 0 a 0, conseguimos fazer o gol no segundo tempo nessa formação”, disse.
“Foi bom, mesmo esse ano usando algumas partidas e usando a formação antiga é um meio que o Carille tem pra usar durante um jogo em uma ocasião dependendo de um time que não ataca tanto, que a gente tem que impor um ritmo de jogo mais forte . O Carille só ganhou em ter uma força tática ainda maior”.
