terça, 3 de março de 2026

Homem é preso por porte ilegal de arma durante caça a javalis em Aparecida d’Oeste

A Polícia Ambiental prendeu um homem por porte ilegal de arma de fogo na última quinta-feira, 3 de julho, durante uma operação de fiscalização em uma propriedade rural de Aparecida d’Oeste. A ação, parte das Operações “Impacto” e “São Paulo sem Fogo”, flagrou três homens que praticavam o controle de javalis, uma espécie exótica invasora.

A ocorrência se deu na Fazenda Nossa Senhora Aparecida, no Córrego Água Ruim, área que já estava sob suspeita de caça ilegal. Ao chegarem ao local, os policiais abordaram um dos envolvidos, identificado pelas iniciais H.M.Z., que tentou se esconder e descartou um objeto. Com ele, foram encontrados sete cartuchos calibre .32. Após uma varredura na área, os agentes localizaram uma espingarda oxidada do mesmo calibre, sem registro.

H.M.Z. apresentou documentação válida para o manejo de javalis, mas confessou não possuir o registro da arma de fogo, sendo preso em flagrante por porte ilegal.

Outros Envolvidos e Liberação Mediante Fiança

Outros dois homens, identificados como E.V.Z. e F.C.T., também foram abordados portando espingardas registradas, munições, equipamentos de caça e cães de diversas raças. Ambos apresentaram a documentação necessária, incluindo autorizações para o controle de espécies invasoras na fazenda, assinadas pelo proprietário. No entanto, um dos documentos obrigatórios, o laudo veterinário dos cães, não foi apresentado de imediato, embora o material tenha sido posteriormente confirmado.

A Polícia Ambiental verificou que não havia animais silvestres abatidos e que os cães estavam em boas condições, sem sinais de maus-tratos.

Diante da irregularidade relacionada apenas à arma sem registro, o delegado de plantão em Jales ratificou a prisão de H.M.Z. com base no artigo 14 do Estatuto do Desarmamento. O autor pagou fiança de R$ 1.518,00 e foi liberado. Os outros dois envolvidos foram liberados após a confirmação da documentação e a devolução de seus pertences.

A Polícia Ambiental concluiu que não houve indícios de caça a espécies silvestres protegidas, e, portanto, nenhuma medida administrativa foi aplicada no caso.

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