terça, 10 de março de 2026

Idosos poderão ter 3 tipos acompanhamento via SUS

Em estudo na câmara dos deputados em Brasília o Projeto de Lei, do deputado William Dib do PSDB paulista, que assegura ao idoso atendimento odontológico, psicológico e fisioterápico por meio…

Em estudo na câmara dos deputados em Brasília o Projeto de Lei, do deputado William Dib do PSDB paulista, que assegura ao idoso atendimento odontológico, psicológico e fisioterápico por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto acrescenta a medida ao Estatuto do Idoso. Segundo a proposta, o atendimento odontológico será efetivado em clínicas e nos postos de saúde durante as campanhas de vacinação. Já o atendimento psicológico e fisioterápico ocorrerá em clínicas especializadas ou credenciadas.

O deputado afirma que a saúde bucal do idoso tem sido relegada ao “completo esquecimento”. “Percebe-se que a perda total dos dentes é aceita pela sociedade como algo normal e natural com o avanço da idade, o que evidentemente é falso”, afirma. No caso da fisioterapia, o parlamentar argumenta que esse atendimento é necessário ao idoso que sofre com alterações fisiológicas relacionadas à diminuição da força e da flexibilidade muscular, à redução da massa óssea e ao desgaste das articulações. Ele lembra que a população idosa também sofre alterações de equilíbrio, que contribuem para uma maior propensão a quedas e dificultam suas atividades do dia a dia.

O deputado afirma, ainda, que o idoso demanda atendimento psicológico diferenciado, pois faz parte de uma faixa etária sujeita a “perdas significativas”. Segundo Marinho Pereira da Silva, presidente do Parque Residencial São Vicente de Paula de Fernandópolis, que abriga mais de 50 idosos, caso a medida seja aprovada, será de grande vai, não só para a cidade como para todo o território nacional, cujo atendimento ao idoso segue precário. “Mesmo com o atendimento de fisioterapia que universidade presta para nossos velhinhos aqui, a inclusão de atendimentos psicológicos e odontológicos é maravilhoso.”, cita Marinho, que também prevê uma queda de braço entre o governo e o autor da medida, pois desencadeará custos ao Estado.

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