domingo, 8 de março de 2026

Infartados devem receber atendimento em, no máximo, 90 minutos

Pacientes atendidos rapidamente após o infarto correm menos riscos. Especialistas explicam que o ideal é que a pessoa seja atendida em até 60 ou 90 minutos. É que, para suprir…

Pacientes atendidos rapidamente após o infarto correm menos riscos.

Especialistas explicam que o ideal é que a pessoa seja atendida em até 60 ou 90 minutos. É que, para suprir as necessidades do corpo em repouso, o coração não pode parar de trabalhar nem um segundo.

Para se ter ideia, em uma pessoa normal, ele pode bombear até 20 litros de sangue por minuto. E se a pessoa perde parte dessa musculatura, como num infarto, por exemplo, o coração vai continuar suprindo essa necessidade do organismo, mas em uma situação que exigir maior demanda de oxigênio não vai conseguir funcionar bem porque terá perdido a “reserva”.

Segundo o cardiologista Fábio Jatene, o coração pode perder cerca de 1 terço de seu músculo. Por isso a importância de um atendimento rápido, para que seja possível a recuperação de parte da musculatura.

O especialista explica que se demorar mais de 6 horas no atendimento, as células perdidas já não podem mais se regenerar.

O primeiro sinal de infarto é o que os médicos chamam de isquemia, ou seja, falta de sangue. Dor e aperto no peito, sensação de aperto na base do pescoço, tontura e cansaço estão entre os sintomais mais comuns da isquemia.

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