Lâmpadas incandescentes, aquelas comuns, que todo mundo usa em casa, vão virar relíquias.
Até junho de 2016, serão completamente substituídas no país por versões mais econômicas.
É o que determina acordo entre os ministérios de Minas e Energia, de Ciência e Tecnologia e de Indústria e Comércio após uma consulta feita com os consumidores.
Fazem parte da nova medida as lâmpadas incandescentes de uso geral, menos as com potência igual ou inferior a 40 Watts, as incandescentes específicas para estufas como de equipamentos hospitalares, as refletoras ou espelhadas, entre outras.
Hoje, as lâmpadas fluorescentes compactas são consideradas as melhores opções para substituir as lâmpadas comuns.
É que elas porque fornecem quantidade maior de luz com um custo de energia muito menor comparado à tecnologia incandescente.
Apesar disso, a estimativa é que a lâmpada incandescente seja responsável por cerca de 80% da iluminação das residências no Brasil.
