A etapa do samba da Indy foi sem graça. Mas a transmissão da Band, capitaneada pelo baluarte da emissora, Luciano do Valle, foi “impressionante, impressionante”, para usar uma frase do gogó de ouro da locução esportiva.
Luciano trocava ou errava nomes (o circuito era sempre “Ãnhembi”) e sua pronúncia faria “teacher” Joel Santana sorrir. Mas a melhor de anteontem não teve concorrente. Barrichello tocou o muro, e ele soltou: “Que pena o Barrichello. Bateu nas duas traves, em cima e embaixo”. (?)
Ontem, repórteres entravam ao vivo fazendo papel de animadores de torcida. Mas o show ainda era de Luciano.
Além de brigar no fim de semana com o nome de Ryan Hunter-Reay, que às vezes virava Hunter-Rahall, e chamar chicana de gincana, o perdido narrador era enigmático (“O Hinchcliffe está colocado… e bem”), didático (“Se o Hélio largar bem, pode ganhar uma posição”) ou secador (“Uma batida de Power e Franchitti seria genial”).
Antes da prova, Luiza Possi cantou o hino americano… Metade. Na primeira parte, o microfone da emissora falhou. No Twitter, o defeito foi comemorado por vários.
Para fechar com chave de ouro, o trio no pódio não conseguia abrir a garrafa de 1,5 litro de cerveja (não era champanhe). Tiveram que levar um abridor. Tudo certo na corrida que começou com bandeirada de Sabrina Sato.
