A presa Juliana Aparecida Pires Barbosa, de 35 anos, morreu de mal súbito dentro de uma das celas da Penitenciária Feminina do Mandaqui, em São Paulo. Ela foi socorrida ao Complexo Hospitalar do Mandaqui na última quinta-feira (30), mas o óbito foi confirmado no local.
Juliana sofria de fibromialgia e depressão e fazia uso de medicamentos controlados. Seu corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização dos exames periciais que devem indicar a causa exata da morte.
Ela estava presa desde fevereiro, acusada pela morte do namorado Daniel Siqueira Magalhães, de 36 anos, ocorrida em 29 de julho de 2024, em Araçatuba. O corpo de Daniel foi encontrado dentro de um carro em uma estrada vicinal. Inicialmente, Juliana alegou que o companheiro havia sido atacado por terceiros, mas depois mudou sua versão.
A investigação apontou que o crime teria ocorrido após a vítima manifestar o desejo de encerrar o relacionamento. Juliana teria desferido 13 facadas de forma repentina. Após o crime, ela fugiu de Araçatuba e foi localizada pela polícia na capital paulista, onde passou a cumprir prisão preventiva.
Com a morte da acusada, o processo criminal deve ser encerrado.
