Há alguns meses, a Netflix confirmou que pretende disponibilizar seu catálogo aos clientes de maneira offline.
A “demora”, no entanto, envolve um sistema complexo de segurança, para que os hackers não consigam acessar os arquivos baixados, os lançando na rede.
Segundo Ted Sarandos, executivo da Netflix, a espera está chegando ao fim. Pelo menos para alguns países.
“Agora que estamos presentes em mais territórios, percebemos que todos eles têm diferentes níveis de velocidades banda larga e acesso wi-fi”, iniciou ele.
E emendou: “Nesses territórios emergentes começa a ser um pouco mais interessante, uma vez que nós queremos entrar mais e mais nos países subdesenvolvidos”.
A frase pode animar os brasileiros, já que a Netflix não tem medido esforços, nem dinheiro, para fisgar novos assinantes.
Só em 2016, o serviço sob demanda investe US$ 6 bilhões, totalizando 1.000 horas de conteúdo original, como “Stranger Things” e “3%”, que estreia no final do mês.
