A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e a Justiça de Fernandópolis decretaram sigilo total nas investigações do crime de execução ocorrido no último dia 15 de setembro no centro da cidade.
Para o delegado, Gerson Piva, que investiga o caso, o sigilo foi necessário para que nenhuma informação sobre o caso seja distorcida e atrapalhe o levantamento de dados que possam chegar ao autor ou autores do crime que chocou a cidade. Parentes e amigos das vítimas já prestaram depoimentos e até agora ninguém foi preso pela polícia.
A Polícia investiga o possível envolvimento de José Silas Pereira e o ex-delegado Pedro Luiz Pórrio, juntamente com outros policiais envolvidos em um escândalo de cobrança de propina e tortura.
A Polícia não descarta a possibilidade que o crime possa estar envolvido no controle do tráfico na região. A execução pode ainda estar ligado a um esquema entre traficantes na região de Campinas onde José Silas também participava chegando a ser preso em 2007.
