Polícia do Rio Grande do Sul aposta nas redes sociais para o que aconteceu na boa Kiss, em Santa Maria.
A equipe de inteligência da corporação faz uma varredura na internet para filtrar o enorme conteúdo que vem sendo publicado em redes como Twitter e Facebook.
A ideia é encontrar versões de sobreviventes para montar o quebra cabeça e saber, de fato, o que aconteceu na última madrugada do sábado para domingo, quando a boate pegou fogo deixando mais de 230 mortos.
Até então, a polícia se concentrava na identificação dos corpos e auxiliar os bombeiros no trabalho de resgate.
Agora, a prioridade é escutar testemunhas para chegar aos responsáveis pelo incêndio.
A polícia pediu e a justiça concedeu a prisão provisória de 4 pessoas, dois integrantes da banda e dois proprietários da boa Kiss.
