Fruto de uma palmeira amazônica, encontrada no sudoeste do Amazonas e em outras regiões do norte do País, a jarina é hoje a responsável pela inovação de peças e adotada como um dos principais materiais que compõem a confecção dos colares que não saem da cabeça e menos ainda dos pescoços das mulheres.
Ela faz parte da composição de adornos, como anéis, brincos e pulseiras; podendo ser mesclada até mesmo com o ouro, a prata e a pérola; o que a torna protagonista de belas jóias.
Depois de tratada e passada por um longo processo de polimento, a jarina torna-se semelhante ao marfim, por esse motivo também pode ser denominada de marfim vegetal.
Atualmente, a semente movimenta um rico mercado, cerca de US$ 50 milhões por ano com exportações para os Estados Unidos da América. Considerando sua utilidade na fabricação de massageadores, tarrachas de violão e outros objetos funcionais.
Em visita a uma famosa feira de artesanatos de Manaus, a 3.ª Feira Internacional da Amazônia, a votuporanguense Iracema Gasques Schumaher, conheceu a semente que segundo ela, é a última tendência entre as manauenses. Lá a proprietária de loja de roupas e acessórios conheceu os múltiplos estilos e look’s que a semente pode proporcionar pela elaboração de jóias e bijuterias que complementarão o visual feminino.
Novidade
Em São Paulo, a jarina ainda é novidade, mas Iracema diz que lojas, principalmente da Capital, já estão buscando a matéria-prima para a produção de acessórios. “Acredito que na região de Votuporanga, não exista nada parecido. As peças trazidas para a minha loja são exclusivas e estão sendo confeccionadas diretamente em Manaus. Certamente será uma grande novidade”, conta.
Para comemorar o aniversário de quatro anos da boutique, que serão completados na próxima quarta-feira, 27, Iracema colocará à venda as peças que trouxe do Amazonas. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3422-1568.
