Depois de diversos boatos de que o Ministério Público de Fernandópolis teria indicado à Prefeitura de Fernandópolis a contratação de empresa para realização de concurso público, o vereador Gustavo Pinato resolveu acabar com o “disse me disse” nos cantos da cidade.
Um requerimento apresentado e votado na noite desta terça-feira, dia 7, durante sessão ordinária do Legislativo, pede informações a Promotoria de Justiça de Fernandópolis se algum membro sugeriu ao Poder Executivo a contratação do IBFC (Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação) para realização do concurso público que está em andamento.
O vereador Gustavo Pinato justifica que pessoas ligadas ao Poder Executivo Municipal têm declarado verbalmente que a sugestão de contratação partiu do Ministério Público na pessoa do promotor de Justiça Daniel Azadinho.
Na semana passada o RN publicou notifica de que o IBFC é uma das empresas que registrou altos índices de reclamações em diversos locais onde aplicou o concurso. O portal “Reclame Aqui” publicou relatos de candidatos que prestaram concursos elaborados pelo Instituto em várias regiões do país e em alguns casos, chega a ser absurdo os erros cometidos pela empresa. CONFIRA OS PRINCIPAIS RELATOS NO SITE RECLAME AQUI. Além disso, o IBFC ganhou “selo” de empresa não recomendada.
As denuncia de irregularidades também foram publicadas pela “radioagencianacional” e divulgadas na “Voz do Brasil” imprensa oficial do governo brasileiro. Vários candidatos denunciam irregularidades cometidas pelo IBFC. OUÇA NA ÍNTEGRA REPORTAGEM EXIBIDA PELA VOZ DO BRASIL
Para comprovar as informações do vereador Gustavo Pinato, pessoas utilizaram o facebook para questionar a legalidade da contratação e ainda manifestaram o fato de que empresa teria sido contratada a partir de uma indicação do MP. O RN também recebeu a informação de que uma funcionária de escola estaria espalhando a informação de que o Ministério Público teria indicado a contratação da empresa, que aconteceu sem licitação.
No requerimento. Gustavo Pinato ainda sugeriu que o Ministério Público fiscalize a legalidade da contratação direta do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação sem licitação, além de acompanhar todo o processo do concurso público e se possível, comparecer aos locais de das provas e ainda vistar todas as folhas de provas e gabaritos, com a finalidade de impossibilitar fraudes, tendo em vista outros comentários que correm pela cidade que o concurso será de “cartas marcadas”.
